Lagoa do Barro, 27 de junho de 2019
  • Seja bem-vindo! Tenha uma ótima quinta-feira.

Lagoa do Barro

Informações Gerais

O município de Lagoa do Barro do Piauí está localizado no semi-árido da microrregião do Alto Canindé, ao sudeste do estado, a 542 km de distância da capital Teresina, e compreende uma área de 1.366,5 km.

A população está estimada em 4.523 habitantes, conforme o Censo de 2010.

Lagoa do Barro tem como limites os municípios de Conceição do Canindé e Campo Alegre do Fidalgo ao norte, ao sul com Dom Inocêncio, a leste com Queimada Nova e São Francisco de Assis do Piauí e, a oeste com Capitão Gervásio Oliveira, Campo Alegre do Fidalgo, Dom Inocêncio e o estado da Bahia.

Conforme pesquisas e fontes orais, o nome Lagoa do Barro se deve, devido a uma lagoa de barro de louça que havia nos arredores da cidade, onde seus primeiros moradores fixaram suas residências usufruindo do barro como meio de trabalho e fonte de renda, na fabricação de tijolos, telhas e outros objetos de barro, isso por volta da década de 50. Nessa época, os principais meios de sobrevivência, como alimentação, roupas e outros eram adivindos de outros centros como: Petrolina, Paulistana, São Raimundo, São João do Piauí, São Raimundo Nonato e até Oeiras. O transporte dessas necessidades básicas ainda era feito no lombo de jumentos e burros.

O município pertenceu à jurisdição de São João do Piauí (sua cidade-mãe) até o dia 29 de abril de 199

Emancipação

Por volta do final da década de 80, era grande o sofrimento e dificuldades enfrentadas pelos os moradores de Lagoa do Barro, devido o descaso político e a falta de assistência por parte de São João do Piauí, jurisdição ao qual pertencia à epóca.

Começaram então, a surgir os primeiros boatos de que Lagoa do Barro podia tornar-se município emancipado. Não demorou muito isso acontecer, vereadores, filhos de Lagoa do Barro, que legislavam por São João do Piauí, juntos a outras autoridades estaduais e federais mobilizaram um projeto de emancipação de Lagoa do Barro.

De imediato foi convocado o plebiscito para o povo decidir se queriam ou não a emancipação do município, sendo esta aprovada.

No dia 29 de Abril de 1992, Lagoa do Barro do Piauí foi emancipada através da Lei Estadual nº 4.447, ficando com seu primeiro nome “Lagoa do Barro do Piauí”, seu gentílico lagodobarrense.

No dia 01 de Janeiro de 1993, foi empossada a Srª Ildete de Oliveira Coelho, como a primeira prefeita de Lagoa do Barro do Piauí.

Clima, Vegetação e Hidrografia

O município de Lagoa do Barro do Piauí (com altitude a 400 m acima do nível do mar) apresenta temperaturas mínimas de 18° C e máxima de 36° C , com clima semi-árido quente e seco.

A vegetação predominante é a caatinga apropriada para a criação de caprinos. O nível de vida da população é baixíssimo, a falta de água para o consumo humano e para criação de animais é um dos fatores que mais contribui para a pobreza da população.

O principal recurso hídrico do município é o Rio Itaquatiara, pequeno rio temporário que deságua no Rio Canindé, afluente do grande Parnaíba. Possui ainda alguns riachos secundários de importância hídrica como Areia, Gameleira, Emparedado e Caraíbas. Com uma média pluviométrica anual de cerca de 500 mm, o município de Lagoa do Barro apresenta acentuada deficiência hídrica.

Uma alternativa à escassez das águas pluviais é a utilização das águas subterrâneas, que no município podem ser encontradas nos dois domínios hidrogeológicos predominantes: rochas cristalinas e coberturas colúvio-eluviais.

As rochas cristalinas representam o que é denominado comumente de “aqüífero fissural” e representam cerca de 60% da área total do município.

Economia

A renda per capita média do município cresceu 87,90% nas últimas duas décadas, passando de R$ 81,22, em 1991, para R$ 152,61, em 2010. A proporção de pessoas pobres, ou seja, com renda domiciliar per capita inferior a R$ 140,00 (a preços de agosto de 2010), passou de 78,48%, em 1991, para 62,64%, em 2010.

As profissões predominantes são: trabalhadores rurais, operários e profissionais da construção civil, empregadas domésticas e funcionários públicos municipais.

Predominantemente, a economia municipal se sustenta nas atividades do setor de prestação de serviços, seguido pelo setor de indústrias. Até 2000, estimava-se que 82,3% enquadravam-se no perfil de economicamente ativa, com rendimentos entre meio e cinco salários mínimos.

Lagoa do Barro

Informações Gerais

O município de Lagoa do Barro do Piauí está localizado no semi-árido da microrregião do Alto Canindé, ao sudeste do estado, a 542 km de distância da capital Teresina, e compreende uma área de 1.366,5 km.

A população está estimada em 4.523 habitantes, conforme o Censo de 2010.

Lagoa do Barro tem como limites os municípios de Conceição do Canindé e Campo Alegre do Fidalgo ao norte, ao sul com Dom Inocêncio, a leste com Queimada Nova e São Francisco de Assis do Piauí e, a oeste com Capitão Gervásio Oliveira, Campo Alegre do Fidalgo, Dom Inocêncio e o estado da Bahia.

Conforme pesquisas e fontes orais, o nome Lagoa do Barro se deve, devido a uma lagoa de barro de louça que havia nos arredores da cidade, onde seus primeiros moradores fixaram suas residências usufruindo do barro como meio de trabalho e fonte de renda, na fabricação de tijolos, telhas e outros objetos de barro, isso por volta da década de 50. Nessa época, os principais meios de sobrevivência, como alimentação, roupas e outros eram adivindos de outros centros como: Petrolina, Paulistana, São Raimundo, São João do Piauí, São Raimundo Nonato e até Oeiras. O transporte dessas necessidades básicas ainda era feito no lombo de jumentos e burros.

O município pertenceu à jurisdição de São João do Piauí (sua cidade-mãe) até o dia 29 de abril de 199

Emancipação

Por volta do final da década de 80, era grande o sofrimento e dificuldades enfrentadas pelos os moradores de Lagoa do Barro, devido o descaso político e a falta de assistência por parte de São João do Piauí, jurisdição ao qual pertencia à epóca.

Começaram então, a surgir os primeiros boatos de que Lagoa do Barro podia tornar-se município emancipado. Não demorou muito isso acontecer, vereadores, filhos de Lagoa do Barro, que legislavam por São João do Piauí, juntos a outras autoridades estaduais e federais mobilizaram um projeto de emancipação de Lagoa do Barro.

De imediato foi convocado o plebiscito para o povo decidir se queriam ou não a emancipação do município, sendo esta aprovada.

No dia 29 de Abril de 1992, Lagoa do Barro do Piauí foi emancipada através da Lei Estadual nº 4.447, ficando com seu primeiro nome “Lagoa do Barro do Piauí”, seu gentílico lagodobarrense.

No dia 01 de Janeiro de 1993, foi empossada a Srª Ildete de Oliveira Coelho, como a primeira prefeita de Lagoa do Barro do Piauí.

Clima, Vegetação e Hidrografia

O município de Lagoa do Barro do Piauí (com altitude a 400 m acima do nível do mar) apresenta temperaturas mínimas de 18° C e máxima de 36° C , com clima semi-árido quente e seco.

A vegetação predominante é a caatinga apropriada para a criação de caprinos. O nível de vida da população é baixíssimo, a falta de água para o consumo humano e para criação de animais é um dos fatores que mais contribui para a pobreza da população.

O principal recurso hídrico do município é o Rio Itaquatiara, pequeno rio temporário que deságua no Rio Canindé, afluente do grande Parnaíba. Possui ainda alguns riachos secundários de importância hídrica como Areia, Gameleira, Emparedado e Caraíbas. Com uma média pluviométrica anual de cerca de 500 mm, o município de Lagoa do Barro apresenta acentuada deficiência hídrica.

Uma alternativa à escassez das águas pluviais é a utilização das águas subterrâneas, que no município podem ser encontradas nos dois domínios hidrogeológicos predominantes: rochas cristalinas e coberturas colúvio-eluviais.

As rochas cristalinas representam o que é denominado comumente de “aqüífero fissural” e representam cerca de 60% da área total do município.

Economia

A renda per capita média do município cresceu 87,90% nas últimas duas décadas, passando de R$ 81,22, em 1991, para R$ 152,61, em 2010. A proporção de pessoas pobres, ou seja, com renda domiciliar per capita inferior a R$ 140,00 (a preços de agosto de 2010), passou de 78,48%, em 1991, para 62,64%, em 2010.

As profissões predominantes são: trabalhadores rurais, operários e profissionais da construção civil, empregadas domésticas e funcionários públicos municipais.

Predominantemente, a economia municipal se sustenta nas atividades do setor de prestação de serviços, seguido pelo setor de indústrias. Até 2000, estimava-se que 82,3% enquadravam-se no perfil de economicamente ativa, com rendimentos entre meio e cinco salários mínimos.